Conseguiu entender as minhas súplicas escondidas nos abraços constantes? Me pergunto se tu compreendeu os meus sorrisos cheios de tímidez e vontade. E aqui estou eu, entregando-me para ti. E desde aquele dia que conversamos, eu ando pelas ruas, olhando silhuetas, procurando apenas a tua, as sombras das paredes não lhe pertencem e eu me machuco. Me corto tanto por dentro, que me dói mais que ferimento na própria pele. Eu estou te esfregando no rosto a verdade, a minha mais pura verdade, e aí? Colocaram-te uma venda?… Eu estou procurando abrigo, os braços teus, o corpo seu, a vida tua. Eu quero transbordar-me do que vem de ti, sem exageros, porém, inteiro. Não sei se tu viu, mas eu estou te olhando, te olhando, te olhando, te amando. (Elaine Almeida)
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