
E eu fico num rumo tão sem saída, porque na verdade não sei que caminho escolher, não sei por onde ir, porque tenho tanto medo de dar errado, medo do incerto. Eu gosto do familiar, gosto do que me acolhe, do que eu sei que frutificará. Não sei o que eu ainda faço aqui, parada e esperando. Minha vontade é chorar. Tem milhões de coisas passando na minha cabeça e é impossível me concentrar somente em uma. Nem minhas palavras andam me entendendo, o que dirá contar meus problemas pra alguém. O medo do julgamento também me atormenta, sabia? Mas eu não ligo quando eles vêm de alguém que eu não amo, de um desconhecido, ou de algo do tipo. Eu cansei, só que ainda não desisti.” Gabriela Vieira
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